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Cooperados relatam visão de segurança e confiança no relacionamento com a Coamo

Wanderley GraeffPor Wanderley Graeff
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Cooperados relatam visão de segurança e confiança no relacionamento com a Coamo
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A Coamo deu sequência, em Toledo, a uma prática que se tornou uma rotina incorporada há anos nas atividades da cooperativa. A Reunião de Campo do segundo semestre contou, como uma marca registrada, com as presenças dos dirigentes máximos - o presidente do Conselho de Administração da Coamo e da Credicoamo, José Aroldo Gallassini; do presidente Executivo da Coamo, Airton Galinari; e do presidente Executivo da Credicoamo, Alcir Goldoni.

Um expressivo número de cooperados ouviu atentamente as explanações dos dirigentes, que enfocaram o desempenho das duas cooperativas e projetaram os rumos dos negócios na agricultura, como os preparativos para a safra de verão, num momento em que o endividamento de uma parcela de produtores exige uma atuação do governo, que “tem prometido, mas não tem acontecido”, como enfatizou Gallassini, em entrevista ao Viver Toledo e Rádio Guaçu. Na oportunidade, ele referiu-se ainda à preocupação com o excedente de produção mundial e à queda nos preços por excesso de oferta.

“Eles estão presentes quando a gente precisa”

Por sua vez, cooperados ouvidos pela reportagem destacaram a relação de confiança construída ao longo de décadas de negócios bem-sucedidos, pautados na transparência. Lércio Abich, do distrito de Novo Sobradinho, afirmou que aprova a forma como as cooperativas são administradas e elogiou, sobretudo, a assistência dos veterinários e agrônomos da Coamo. “Eles estão sempre presentes quando a gente precisa. A cooperativa dá segurança para o cooperado, sempre fui fã”, afirmou.

Lércio é de uma família de pioneiro de Toledo. Quando sua família chegou em 1957, cinco anos após a instalação do município, ele tinha apenas dois anos de idade, as estradas eram precárias e o transporte da produção de fumo de seu pai até a cidade era feito com uma carroça puxada por bois. “Ele saía de madrugada e só voltava no começo da outra madrugada. Era muito difícil, hoje está muito mais fácil, Toledo tem estradas asfaltadas por todo lado na área rural”, disse. Hoje, sua propriedade está ao lado do Biopark, Parque Científico Tecnológico e de Biociências, onde existem universidades e empresas. 

Lércio não se vê vivendo outra vida : “a vida no campo é trabalhosa, só que eu acho que o agricultor vive bem e tem o privilégio de consumir produtos naturais”.

Lércio Abich: "A cooperativa dá segurança para o cooperado, sempre fui fã"

Cooperativismo no sangue

Nadir Bellaver, cuja propriedade fica em Linha Tapuí, Toledo, também é da pura essência do campo, nasceu e cresceu no ambiente rural e tem o cooperativismo no sangue. Ele foi sócio da antiga Coopagro e, quando a Coamo chegou, em 1995, se associou logo no primeiro mês, tendo a matrícula número 49. “É um relacionamento muito forte, de grande confiança, o que nos dá tranquilidade e o orgulho de fazer parte de uma estrutura que é a maior empresa do Paraná e uma das maiores cooperativas do mundo”, assegurou.

Para Nadir Bellaver, “a Coamo se diferencia por disponibilizar ao cooperado todos os produtos necessários para tocar a propriedade com segurança e planejamento. Você encontra aqui na Coamo peças, defensivos, adubos, enfim, tudo o que o agricultor precisa, com pronta entrega e prazos rigorosamente cumpridos no plano safra.” Ele adicionou: “e tem algo que faz muita diferença: nós trabalhamos com o que é nosso, com uma relação muito transparente dos diretores, do gerente, e ainda tem as sobras, o que é realmente muito bom para o cooperado”.

Nadir Bellaver: matrícula 49 e relacionamento muito forte 

De funcionário por 44 anos a cooperado

Ao longo de 44 anos, a rotina de Ênio Reinaldo Tobaldini foi frequentar diariamente a cooperativa como seu ambiente de trabalho. Há onze meses, ele se aposentou como funcionário da Coamo, mas é muito claro que a Coamo não saiu dele, dividindo-se entre Toledo, onde a família reside, e sua propriedade em Juranda.

Com a visão privilegiada de quem vive uma dualidade que se aplica na plenitude às duas partes de uma incrível experiência, Tobaldini se diz realizado, agora unicamente como cooperado. “A Coamo é onde eu criei minha família, aqui fui feliz e hoje eu continuo com ela. É a minha casa, as portas estão sempre abertas aqui e não só para mim, acredito que para todo mundo, por tudo que ela representa para o homem do campo, do plantio à colheita, num ciclo completo de relacionamento”, disse.

Ênio Tobaldini: visão de funcionário e de cooperado